Posts tagged ‘Deus’

Frase para o final de semana_14

“Acho que todos os meus pensamentos giram em torno de Deus como os planetas em torno do sol e são da mesma forma irresistivelmente atraídos por Ele. Eu me sentiria como o maior pecador querer opor uma resistência a esta força.” Jung

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dezembro 10, 2010 at 1:28 am Deixe um comentário

What this world needs (o que este mundo precisa)

Graça e Paz queridos seguinte, estou passando rapidinho aqui pra deixar um vídeos que o Stevan sabe o Stevan, bom se você não lembra dele clica aqui ó o link vai te direcionar para um post que ele escreveu aqui pro blog, e no final do post tem o orkut dele se você quiser add ele pra trocar uma idéia, mas depois do Merchan com o Stevan (haeuheuahe) pretendo voltar a idéia central do post.

Então, o Stevan postou no meu orkut um vídeo do Casting Crowns da música What This World Needs (O que este mundo precisa), e achei que iria bem a calhar pro blog, então, por favor querido, preste atenção nessa letra, e que isso te mova a levar o Evangelho de Cristo as pessoas.

Casting Crowns – What This World Needs

O que este mundo precisa

Não é de um hit milagroso ou cajadadas insensíveis

De políticos mentirosos

Nem de sociedades secretas

O que este mundo precisa

Não é de super crentes melhores que todo mundo

Não é de homens que tem medo de dizer a verdade

Não é de profetas em ternos Armani

O que este mundo precisa

É de um Salvador que resgate

De um Espírito que guie

De um Pai que os ame

Quando eles mais precisarem

De um Salvador que resgate

De um Espírito que guie

De um Pai que os ame

É disso que o mundo precisa

O que este mundo precisa

Que nos importemos mais com o interior do que com o exterior

Será que ficamos tão cegos que não vemos

Que primeiro Deus muda o coração para depois mudar o resto?

O que este mundo precisa

Que deixemos de nos esconder em nossa relevância

As pessoas não conseguem ver a diferença entre nós

Quando é a diferença que liberta!

O que este mundo precisa

É de um Salvador que resgate

De um Espírito que guie

De um Pai que os ame

Quando eles mais precisam

De um Salvador que resgate

De um Espírito que guie

De um Pai que os ame

É disso que o mundo precisa

As pessoas não se confundem com o EVANGELHO. Elas se confundem com os EVANGÉLICOS!

Jesus é o único caminho para Deus, mas nós não somos o único caminho para Jesus!

O mundo não precisa da minha gravata, do meu casaco, da minha denominação nem da minha tradução da Bíblia, o mundo precisa de Jesus!

Nós precisamos pregar o Evangelho apaixonadamente, mas não podemos inserir nele nossos gostos pessoais porque o invalidamos assim.

Jesus irá salvar o mundo mas, as vezes, o melhor que temos a fazer é sair do caminho…

O que este mundo precisa

É de um Salvador que resgate

De um Espírito que guie

De um Pai que os ame

Quando eles mais precisam

De um Salvador que resgate

De um Espírito que guie

De um Pai que os ame

É disso que o mundo precisa

Jesus é o nosso Salvador

É Dele que o mundo precisa

Estar nos braços do Pai

Isso é o que o mundo precisa

É Dele que o mundo precisa



março 21, 2010 at 4:14 pm 1 comentário

A Bíblia não é chata…Avatar é chato…

janeiro 28, 2010 at 12:42 am 1 comentário

Sensibilidade, Amor, Deus, Alma, Espírito…

Um dos post mais difíceis de criar um título, mas eu precisava escrever sobre essa dupla.

Encontrei no twitter uma mensagem do @andreribeirao divulgando esse cd no qual eu irei falar um pouco hoje.

Como era cd gratuito e sou contra  a pirataria decidi aproveitar e ir atrás.

Para minha alegria era um cd de contra-baixo e voz, como diria David Quinlan eu dei “pulos de alegria e brados de vitória…”.

Baixei o cd e me deparei com um som que não tenho como descrever o que senti. Tentei expressar usando palavras no título do post, mas cara, é muito lindo.

Essa dupla Sérgio e Marivone demonstraram uma sensibilidade em cantar e tocar as canções desse cd.

Ouvir esse cd me fez sentir sensações que não havia sentido a muito tempo escutando música.

Bom chega de papo, vou deixar aí um vídeo deles e se você visitar o site e ainda tiver sorte você descola o cd NA FAIXA… Então cara… corre…

Bom fique agora com o som de Sérgio e Marivone. Um abraço e que o Senhor da Paz inunde teu coração.

janeiro 21, 2010 at 7:47 pm 2 comentários

Os 100 acontecimentos mais importantes da história do cristianismo PARTE 4

Bem capaz que sentiram minha falta.

Sei que não sentiram porque ninguém me deu sugestão de post, aí tive que correr para a série dos 100 acontecimentos.

A pedidos da minha MEGA audiência, (hehe) diminuí um pouco os textos dessa série, pois estava apenas copiando os textos diretamente da fonte como disse que faria no primeiro post dessa série.

Então, o acontecimento que irei postar dessa vez ocorreu em c. 156 e aconteceu com o camarada aí do lado.

Falaremos hoje sobre: O MARTÍRIO DE POLICARPO

Enjoy

As autoridades de Esmirna procuravam Policarpo, o respeitado bispo da cidade. Elas já haviam levado outros cristãos à morte na arena. Agora, uma multidão exigia a morte do líder.

Policarpo saíra da cidade e se escondera na propriedade de alguns amigos, no interior. Quando os soldados entraram, ele fugiu para outra propriedade. Embora o idoso bispo não tivesse medo da morte e quisesse permanecer na cidade, seus amigos insistiram em que se escondesse, talvez com temor de que sua morte pudesse desmoralizar a igreja.

Quando os soldados alcançaram a primeira fazenda, torturaram um menino escravo para que revelasse o paradeiro de Policarpo. Assim, apressaram-se, bem armados, para prender o bispo. Embora tivesse tempo para escapar, Policarpo se recusou a agir assim. “Que a vontade de Deus seja feita”, decidiu. Em vez de fugir, deu as boas-vindas aos seus captores, ofereceu-lhes comida e pediu permissão para passar um momento sozinho em oração. Policarpo orou durante duas horas.

Alguns dos que ali estavam com a finalidade de prendê-lo pareciam arrependidos por prender um homem tão simpático. No caminho de volta a Esmirna, o chefe da guarda tentou argumentar com Policarpo: “Que problema há em dizer ‘César é senhor’ e acender incenso?”.

Policarpo calmamente disse que não faria isso.

As autoridades romanas desenvolveram a idéia de que o espírito (ou o “gênio”) do imperador (César) era divino. A maioria dos romanos, não tinha problema em prestar culto ao imperador, porém, os cristãos sabiam que isso era idolatria.

Pelo fato de os cristãos se recusarem a adorar o imperador ou os outros deuses de Roma e adorar Cristo de maneira silenciosa e secreta em seus lares, a maioria das pessoas achava que eles não tinham fé. “Fora com os ateus!”, gritavam os habitantes de Esmirna, enquanto buscavam os cristãos para prendê-los. Como sabiam apenas que os cristãos não participavam dos muitos festivais pagaos e não ofereciam os sacrifícios comuns, a multidão atacava o grupo considerado ímpio e sem pátria.

Então, Policarpo entrou em uma arena cheia de pessoas enfurecidas, se Policarpo apenas oferecesse um sacrifício, todos poderiam ir para casa.

— Respeito sua idade, velho homem — implorou o procónsul.
— Jure pela felicidade de César. Mude de idéia. Diga “Fora com os ateus!”.

O procónsul obviamente queria que Policarpo salvasse a vida ao separar-se daqueles “ateus”, os cristãos. Ele, porém, simplesmente olhou para a multidão zombadora, levantou a mão na direção deles e disse:

— Fora com os ateus!

O procónsul tentou outra vez:

— Faça o juramento e eu o libertarei. Amaldiçoe Cristo!

O bispo se manteve firme.

— Por 86 anos servi a Cristo, e ele nunca me fez qualquer mal. Como poderia blasfemar contra meu Rei, que me salvou?

A tradição diz que Policarpo estudou com o apóstolo João. Se isso foi realmente verdade, ele era, provavelmente, o último elo vivo com a igreja apostólica(essa apostólica de verdade, grifos e comentários por minha conta e risco).

Na arena, a argumentação continuava entre o bispo e o procónsul. Em certo momento, Policarpo admoestou seu inquisidor: “Se você […] finge que não sabe quem sou, ouça bem: sou um cristão. Se você quer aprender sobre o cristianismo, separe um dia e me conceda uma audiência”. O procónsul ameaçou jogá-lo às feras.

Policarpo disse: “Pois chame-as. Se isto fosse uma mudança do mal para o bem, eu a consideraria, mas não posso admitir uma mudança do melhor para o pior”.

Ameaçado pelo fogo, Policarpo reagiu: “Seu fogo poderá queimar por uma hora, mas depois se extinguirá; mas o fogo do julgamento por vir é eterno”.

Por fim, anunciou-se que Policarpo não se retrataria. O povo de Esmirna gritou: “Este é o mestre da Ásia, o pai dos cristãos, o destruidor de nossos deuses, que ensina o povo a não sacrificar e a não adorar!”.

O procónsul ordenou que o bispo fosse queimado.

Policarpo foi amarrado a uma estaca, e o fogo foi ateado. Contudo, de acordo com testemunhas oculares, seu corpo não se consumia. Conforme o relato dessas testemunhas, ele “estava lá no meio, não como carne em chamas, mas como um pão sendo assado ou como o ouro e a prata sendo refinados em uma fornalha. Sentimos o suave aroma, semelhante ao de incenso, ou ao de outra especiaria preciosa”.

Quando um dos executores o perfurou com uma lança, o sangue que jorrou apagou o fogo.

Este relato foi repassado às congregações por todo o império.

Nos 150 anos seguintes, à medida que centenas de outros mártires caminharam fielmente para a morte, muitos foram fortalecidos pelos relatos do testemunho fiel do bispo de Esmirna.

janeiro 11, 2010 at 8:58 pm 1 comentário

Os 100 acontecimentos mais importantes da história do cristianismo PARTE 3

Alô galera, bate a mão e bate o pé… heheheh.

Graça e Paz querido. Seguinte, estou me apaixonando pelo livro que dá nome a essa série de posts.

O acontecimento que estarei trazendo pra vocês no post de hoje ocorreu por volta do ano de 150 d.C..

Segue então Justino Mártir e a sua Apologia.

Justino Mártir escreve sua Apologia

O jovem filósofo caminhava junto à costa, sua mente estava agitada, sempre ativa, buscando novas verdades. Ele estudara os ensinamentos dos estoicos, de Aristóteles e de Pitágoras; e, naquele momento, era adepto do platonismo, que prometera uma visão de Deus aos que sondassem a verdade com profundidade suficiente. Era isso que o filósofo Justino queria.

Enquanto caminhava, encontrou-se com um cristão, já idoso. Justino ficou perplexo diante de sua dignidade e humildade. O homem citou várias profecias judaicas, mostrando que o caminho cristão era realmente verdadeiro. Jesus era a verdadeira expressão de Deus.

Esse encontro ocasionou grande mudança na vida de Justino. Debruçado sobre aqueles escritos proféticos, lendo os evangelhos e as cartas de Paulo, ele se tornou um cristão dedicado. Assim, nos últimos trinta anos de sua vida, viajou, evangelizou e escreveu. Desempenhou um papel muito importante no desenvolvimento da teologia da igreja, assim como da compreensão que a igreja tinha de si mesma e da imagem que apresentava ao mundo.

Praticamente desde o início, a igreja funcionou em dois mundos: o judeu e o gentio. O livro de Atos dos Apóstolos registra o lento e, às vezes, doloroso desabrochar do cristianismo no mundo gentio. Pedro e Estêvão pregaram aos ouvintes judeus, e Paulo falou aos filósofos atenienses e aos governadores romanos.

A vida de Justino apresenta muitos paralelos com a vida de Paulo. O apóstolo era um judeu nascido em área gentia (Tarso); Justino era um gentio nascido em área judaica (a antiga Siquém). Eles tinham boa formação e usavam o dom da argumentação para convencer judeus e gentios da verdade de Cristo. Os dois foram martirizados em Roma em razão de sua fé.

Durante os reinados dos imperadores do século I, por exemplo, Nero e Domiciano, a igreja se esforçava sobreviver, para continuar sua tradição e para mostrar ao mundo o amor de Jesus Cristo. Os não-cristãos viam o cristianismo como uma seita primitiva, uma ramificação do judaismo caracterizada por ensinamentos e práticas estranhas.

Em meados do século II, sob o comando de imperadores mais razoáveis como Trajano, Antonino Pio e Marco Aurélio, a igreja teve uma nova preocupação: explicar o motivo de sua existência para o mundo de maneira convincente. Justino se tornou um dos primeiros apologistas cristãos, ou seja, um dos que explicavam a fé como sistema racional. Com escritores que surgiriam mais tarde — como Orígenes e Tertuliano —, ele interpretou o cristianismo em termos que seriam familiares aos gregos e aos romanos instruídos de seus dias.

A maior obra de Justino, a Apologia, foi endereçada ao imperador Antonino Pio (a palavra grega apologia refere-se à lógica na qual as crenças de uma pessoa são baseadas). Enquanto Justino explicava e defendia sua fé, ele discutia com as autoridades romanas por que considerava errado perseguir os cristãos. De acordo com seu pensamento, as autoridades deveriam unir forças com os cristãos na exposição da falsidade dos sistemas pagãos.

Para Justino, toda verdade era verdade de Deus. Os grandes filósofos gregos haviam sido inspirados por Deus até certo ponto, mas permaneciam cegos com relação à plenitude da verdade de Cristo. Desse modo, Justino trabalhou livremente com o pensamento grego, explicando Cristo como seu cumprimento. Ele se aproveitou do princípio apresentado pelo apóstolo João, no qual Cristo é o Logos, a Palavra. Deus Pai era santo e separado da humanidade maligna, e Justino concordava com Platão nesse aspecto. Porém, por intermédio de Cristo, seu Logos, Deus pôde alcançar os seres humanos. Como o Logos de Deus, Cristo era parte da essência de Deus, embora separado, do mesmo modo que uma chama se acende a partir de outra (é por isso que o pensamento de Justino foi fundamental no desenvolvimento da consciência da igreja com relação à Trindade e à encarnação).

Contudo, Justino tinha uma linha de pensamento judia que caminhava com suas inclinações gregas. Era fascinado pelas profecias já cumpridas. Ε possível que isso tenha nascido no encontro com o idoso à beira-mar. Porém, ele percebeu que a profecia hebraica confirmou a identidade singular de Jesus Cristo. Como Paulo, Justino não abandonou os judeus à medida que se aproximava dos gregos. Em Diálogo com Trifão, outra grande obra, ele escreve a um judeu, um conhecido dele, apresentando Cristo como cumprimento da tradição hebraica.

Além de escrever, Justino viajou bastante, sempre argumentando a favor da fé. Ele se encontrou com Trifão em Êfeso. Em Roma, encontrou-se com Marcião, o líder gnóstico. Em outra ocasião, durante uma viagem a Roma, Justino se indispôs com um homem chamado Crescendo, o Cínico. Quando Justino retornou a Roma, por volta do ano 165, Crescendo o denunciou às autoridades. Justino foi preso, torturado e decapitado, com outros seis crentes.

Justino escreveu certa vez: “Vocês podem nos matar, mas não podem nos causar dano verdadeiro”. O apologista apegou-se a essa convicção até a morte. Ao fazer isso, recebeu o nome que passaria a usar por toda a história: Justino Mártir.

Por hoje é isso galera, e até a próxima…

janeiro 2, 2010 at 2:59 am Deixe um comentário

Diga ao mundo

Tchê sou um apaixonado pela juventude. Amo trabalhar com a juventude de igreja (embora esteja afastado dessa atividade agora). Já fui presidente de grupo de jovens (agora chama líder de rede, ehhe), mas eu era do tempo da mocidade ainda.

Quando eu assumi o Ministério de Jovens eu tinha uma mentalidade diferente da que tenho hoje, e creio que as atitudes e atividades que eu realizaria seriam diferentes.

Na época eu era mais voltado para a santidade dos jovens, (não que isso seja errado, é correto), mas acabamos esquecendo um pouco de sair das quatro paredes, de ter atitudes mais ativas na nossa cidade. É claro que através da vida correta de cada jovem que participava das reuniões recebemos pessoas e muitas aceitaram a Cristo, porém, acredito que poderíamos ter feito MAIS!!

Assistindo a um vídeo que irei postar mais abaixo, comecei a pensar sobre o que eu já fiz, e o que eu tenho feito. Percebi que a algum tempo já tenho estado acomodado a blogosfera e a vida digital e evangelizado só através da web, e não tenho feito a diferença aqui na minha cidade. Percebi que a muito tempo me voltei a ser um “Apologeta” que vive procurando as heresias cometidas nos púlpitos e nesse tempo só fiz isso…

Que triste vida a minha. Que triste ministério o meu. Que triste cristão sou eu (isso se posso ser chamado de cristão).

Nessa época do ano muitas igrejas fazem o famoso “Projeto de Vida dois mil e alguma coisa”, e lá os membros, discípulos, ovelhas, ou a forma como sua denominação chama as pessoas que vão a Igreja e seguem a Cristo, enchem envelopes com ofertas e papéis com pedidos para o ano seguinte. Não diferente dos demais tenho também os meus pedidos, os quais prefiro chamar de METAS para 2010. Porém talvez diferente de alguns não pretendo começar a correr atrás delas somente em 2010, mas sim desde agora.

Vou correr atrás de conquistar pessoas, de pregar o Amor de Cristo a outros. Dizer ao mundo que Ele morreu por nós.

Querido, se você é da Cidade de Cruz Alta – Rio Grande do Sul, ou se você é da região, ou mesmo se você quer se juntar a mim nessa caminhada para dizer ao mundo que Cristo morreu por nós me mande um e-mail, entre em contato comigo e vamos juntar forças para levar o amor de Cristo aos que precisam.

Meu msn: paulo_daltrozo@hotmail.com

Meu e-mail: paulodaltrozo@yahoo.com.br

dezembro 27, 2009 at 5:22 pm Deixe um comentário

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Põe teu e-mail ai cara, vou te mandar um e-mail de volta e sempre que eu escrever algo novo se vai ficar sabendo primeiro que os outros... hehehe

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