Posts tagged ‘conversão’

Os 100 acontecimentos mais importantes da história do cristianismo Parte 29

Conversão de Vladimir, príncipe da Rússia

A conversão de um governante pagão, amante do divertimento, efetivamente levou o cristianismo à Rússia. Embora o cristianismo já tivesse alcançado a Rússia na primeira parte do século X, não foi aceito de maneira geral. Em 957, Olga, a princesa viúva de Kiev, foi batizada. Ela pediu a Oto I o rei germânico, que enviasse missionários a seu país, mas eles provavelmente tiveram pouco sucesso, pois a religião paga prevaleceu.

Vladimir, neto de Olga, estava entre aqueles pagãos. Ele construiu diversos templos, atraindo fama para si mesmo em função de sua crueldade e de sua falta de lealdade. Ele tinha oitocentas concubinas e cinco esposas e, quando não estava lutando em alguma guerra, caçava e festejava. Ninguém o escolhia como o homem que levaria o cristianismo ao seu povo.

Como a maioria dos governantes, Vladimir queria manter seu povo alegre. Ele percebeu que poderia fazer isso unificando-os pela religião. Desse modo, conta-se que enviou diversos homens para examinar as principais religiões. Com suas regras de alimentação restritivas, nem o islã nem o judaísmo agradaram ao príncipe, de modo que ele teve de escolher entre o cristianismo romano e a igreja do Oriente.

(mais…)

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abril 20, 2011 at 2:12 am Deixe um comentário

Os 100 acontecimentos mais importantes da história do cristianismo Parte 14

Conversão de Agostinho

“Senhor, torna-me casto, mas não agora”, disse um intelectual, voltado à sensualidade, que flertava com o cristianismo — e com muitas outras coisas também. Depois de se entregar a Deus, esse homem não mais teria problemas para ser casto e se tornaria um dos mais influentes escritores que a igreja já conheceu.

Esse homem complexo era Aure-lius Augustinus, mais conhecido por Agostinho. Nasceu em 354, na cidade de Tagaste, filho de mãe cristã, Mônica, e de pai pagão, Patrício, que era oficial romano.

Ao perceber o brilhantismo de seu filho, Mônica e Patrício procuraram as melhores escolas para ele. Estudou retórica em Cartago e foi estimulado a ler autores latinos como Cícero. Convencido por seus estudos de que a verdade era o objetivo da vida, em um primeiro momento rejeitou o cristianismo, porque via nele uma religião para as pessoas de mente simples.

Quando era adolescente, Agostinho tomou para si uma concubina que lhe deu um filho. Pelo resto de sua vida, Agostinho olharia para seus dias passados em Cartago com aversão. Na obra chamada Confissões, comenta: “Cheguei a Cartago, onde um caldeirão de amores profanos estava chiando e borbulhan-do ao meu redor”.

O jovem incansável experimentou o maniqueísmo, que ensinava ser o mundo um campo de batalha entre a luz e as trevas, a carne e o espírito. O maniqueísmo, no entanto, não conseguiu satisfazer o desejo de Agostinho de encontrar a verdade definitiva.

Tampouco conseguiu encontrá-la no neoplatonismo.

Assolado pela própria insatisfação espiritual, Agostinho se mudou de Cartago para Roma e depois para Milão, ensinando retórica nessas cidades. Em Milão, ele se encontrou com o bispo Ambrosio e aprendeu que nem todos os cristãos eram pessoas de mente simples, pois aquele homem era brilhante.

Em 387, enquanto estava sentado em um jardim em Milão, Agostinho ouviu uma criança cantar uma música que dizia: “Pegue-a e leia-a, pegue-a e leia-a”. Agostinho leu a primeira coisa que encontrou na sua frente: a epístola de Paulo aos Romanos. Quando leu Romanos 13.13,14, as palavras de Paulo que versam sobre o revestir-se do Senhor Jesus em vez de deleitar-se com os prazeres pecaminosos tocaram profundamente seu coração, e Agostinho creu. “Foi como se a luz da fé inundasse meu coração e todas as trevas da dúvida tivessem sido dissipadas.”

Apesar de Agostinho estar feliz com sua vida monástica tranqüila, sua reputação de cristão brilhante se espalhou. Em 391, ele foi pressionado a ser ordenado sacerdote. Em 395, tornou-se bispo da cidade de Hipona, no norte da África.

Todas as controvérsias de seus dias envolviam o bispo Agostinho. O grupo donatista tinha grande preocupação no sentido de que o clero tivesse a moral adequada. Sob a perseguição do imperador Diocleciano, alguns clérigos entregaram cópias das Escrituras a seus perseguidores para que fossem queimadas. Mais tarde, alguns desses “traidores”, como eram chamados, foram readmitidos no clero. Os donatistas se recusaram a aceitar os “Traidores” e estabeleceram uma igreja rival. Milhares de donatistas viviam na diocese de Agostinho.

Agostinho negava a necessidade de uma igreja rival. Embora, como disse, pudessem existir algumas pessoas que não fossem exatamente santas na igreja, só havia uma igreja. Os sacramentos, que Agostinho definia como sinais visíveis da graça invisível, não eram eficientes em razão da justiça do sacerdote, mas devido à graça de Deus operando por intermédio deles. A visão de Agostinho prevaleceu, e o movimento donatista perdeu força.

Pelágio, um monge inglês, espalhou a heresia em que afirmava que a ação do homem era essencial em sua opção por Deus. Embora a graça de Deus tivesse seu papel, ela não era tudo. Pelágio não ensinava que o homem poderia salvar-se a si mesmo, mas negava que o pecado tivesse sido herdado de Adão.

Agostinho se opôs a essa idéia, dizendo que ninguém poderia escolher o bem a não ser que Deus o levasse a fazer isso. Na verdade, Deus havia predestinado os eleitos, seus redimidos, e nada do que o homem pudesse fazer mudaria o decreto eterno. Em 431, um ano depois da morte de Agostinho, o Concilio de Éfeso condenou oficialmente o pelagianismo.

Agostinho não apenas desafiou a heresia, mas, em sua obra Confissões, descreveu sua busca espiritual, talvez, a primeira autobiografia verdadeiramente espiritual. A famosa frase “inquieto está nosso coração enquanto não repousa em ti” vem do primeiro parágrafo dessa obra.

Pelo fato de os ensinamentos de Agostinho tem se tornado tão fundamental ao cristianismo, não percebemos como ele foi original em seus dias. Seus pensamentos se espalharam tanto entre os teólogos católicos quanto entre os protestantes. Lutero e Calvino o citavam constantemente; gostavam de sua ênfase na graça de Deus e na incapacidade do homem de salvar-se a si mesmo.

Agostinho escreveu centenas de tratados, cartas e comentários. Sua obra clássica, intitulada A Trindade é provavelmente o trabalho mais conhecido sobre o assunto. Entretanto, sua obra mais importante foi A cidade de Deus, trabalho monumental escrito em resposta à queda de Roma diante dos visigodos. Algumas pessoas culparam os cristãos pelo acontecido, e alegavam que Roma caira porque seu povo rejeitara os deuses nativos. Em razão dessas afirmações, Agostinho respondeu defendendo e explicando o plano e a obra de Deus na história. Ele diz que, desde Caim e Abel, sempre houve duas cidades no mundo: a cidade de Deus (os fiéis) e a cidade dos homens (a sociedade paga). Embora elas se inter-relacionem, Deus cuidará para que a cidade de Deus — a igreja — permaneça por toda a eternidade.

Embora Agostinho tenha escrito no final da era antiga, seus pensamentos influenciaram os estudiosos da Idade Média e perduraram até a Reforma.

novembro 11, 2010 at 1:14 am Deixe um comentário

O gente fina

Procurando músicas pro meu casamento encontrei um cd do Bezerra da Silva após a conversão dele.

Uma das músicas que me chamou a atenção é a quarta faixa do cd, intitulada o gente fina.

Segundo informações da minha futura esposa, essa música é antiga, mas achei tri interessante.

Na letra o autor desta começa falando sobre um camarada vamos dizer assim todo quebrado.

Bens materiais acabados, a saúde deteriorada, comendo mal, porém, ele era chamado de GENTE FINA.

Vemos nessa música o perfil de pessoas que a população tem como ideal.

Ae depois o camarada aceita Jesus, se converte e as pessoas chamam ele de maluco.

Nada de anormal, pois sabemos que para as pessoas o cristão é maluco, mas sem galho…

Mas escrevi o post pra vocês escutarem esse som…

Um abraço

novembro 17, 2009 at 2:39 pm Deixe um comentário

Nostalgia #3

radio2 Sintonizando na rádio Nostalgia encontrei a terceira música dessa série que estou fazendo aqui no blog…

Ao Único

Infelizmente não sei quem está cantando essa música na versão que está logo abaixo mas vale a pena para lembrarmos da simplicidade de adorar a algum tempo atrás.

As músicas eram mais simples e belas, os ministros não precisavam fazer apelos ao emocionalismo para as pessoas adorarem a Deus.

E essa música fala tudo. Tudo é por Ele e para Ele.

Fiquem então com a letra e logo abaixo a música…

Ao Único

Ao único que é digno de receber
A honra e a glória,
A força e o poder
Ao rei, eterno, imortal
Invisível, mas real
A Ele ministramos o louvor

Coroa mos a tí, ó Rei Jesus
Coroa mos a tí, ó Rei Jesus
Adoramos o teu nome
Nos rendemos a teus pés
Consagramos todo nosso ser a ti.
Consagramos todo nosso ser a ti

Se você curtiu, comente, se você tiver o link de outra música que eu ainda não postei, de a sua sugestão, quem sabe ela será a próxima…

Um abraço e que o amor do Pai preencha o teu coração

novembro 13, 2009 at 1:53 pm Deixe um comentário

Nostalgia_#2

raadio Graça e Paz do nosso Senhor Jesus queridos!!

Repetindo o momento nostalgia do blog vou trazer uma outra música que logo que me converti era muito tocada, e até hoje ela fala ao meu coração.

A detalhe, eu trouxe ela em uma versão toda pop rock do 4 por 1, mas é massa…

Espero que você seja edificado e relembre de bons momentos escutando essa música…

Deus te abençoe e até a próxima

Espírito, enche a minha vida

Espírito, enche minha vida
Espírito, enche minha vida
Enche-me do teu poder, pois de Ti eu quero ser
Espírito, enche o meu ser

As minhas mãos eu quero levantar e em louvor Te adorar
Meu coração eu quero derramar diante do Teu altar

outubro 8, 2009 at 4:02 pm 1 comentário

Nostalgia_#1

VitrolaGraça e Paz queridos!!!

Por causa da constante chuva que cai em minha cidade fui obrigado a retirar meus livros da estante porque a água vinda de uma goteira estava ameaçando molhá-los, e como da outra vez a chuva acabou com o meu “Desvendando os segredos da linguagem corporal” resolvi mudar todos os livros de lugar e acabei achando um hinário, já empoeirado e resolvi postar algumas músicas do tempo da minha conversão e que foram de grande edificação pra minha vida. Espero que vocês curtam…

Eu quero ser Senhor Amado

Eu quero ser, Senhor amado

Como um vaso nas mãos do oleiro

Quebra a minha vida, e faça de novo

Eu quero ser, eu quero ser

um vaso novo

Como Tu queres, Senhor amamdo

Tu és o oleiro e eu o vaso

Quebra a minha vida, e faça de novo

eu quero ser, eu quero ser

um vaso novo

Segue abaixo um link de uma versão dessa música (detalhe, colocaram até o Zéu Brito na montagem, aeheahuaeh)

Deus abençoe tua vida

setembro 12, 2009 at 2:51 pm 1 comentário


Põe teu e-mail ai cara, vou te mandar um e-mail de volta e sempre que eu escrever algo novo se vai ficar sabendo primeiro que os outros... hehehe

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