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What this world needs (o que este mundo precisa)
Graça e Paz queridos seguinte, estou passando rapidinho aqui pra deixar um vídeos que o Stevan sabe o Stevan, bom se você não lembra dele clica aqui ó o link vai te direcionar para um post que ele escreveu aqui pro blog, e no final do post tem o orkut dele se você quiser add ele pra trocar uma idéia, mas depois do Merchan com o Stevan (haeuheuahe) pretendo voltar a idéia central do post.
Então, o Stevan postou no meu orkut um vídeo do Casting Crowns da música What This World Needs (O que este mundo precisa), e achei que iria bem a calhar pro blog, então, por favor querido, preste atenção nessa letra, e que isso te mova a levar o Evangelho de Cristo as pessoas.
Casting Crowns – What This World Needs
O que este mundo precisa
Não é de um hit milagroso ou cajadadas insensíveis
De políticos mentirosos
Nem de sociedades secretas
O que este mundo precisa
Não é de super crentes melhores que todo mundo
Não é de homens que tem medo de dizer a verdade
Não é de profetas em ternos Armani
O que este mundo precisa
É de um Salvador que resgate
De um Espírito que guie
De um Pai que os ame
Quando eles mais precisarem
De um Salvador que resgate
De um Espírito que guie
De um Pai que os ame
É disso que o mundo precisa
O que este mundo precisa
Que nos importemos mais com o interior do que com o exterior
Será que ficamos tão cegos que não vemos
Que primeiro Deus muda o coração para depois mudar o resto?
O que este mundo precisa
Que deixemos de nos esconder em nossa relevância
As pessoas não conseguem ver a diferença entre nós
Quando é a diferença que liberta!
O que este mundo precisa
É de um Salvador que resgate
De um Espírito que guie
De um Pai que os ame
Quando eles mais precisam
De um Salvador que resgate
De um Espírito que guie
De um Pai que os ame
É disso que o mundo precisa
As pessoas não se confundem com o EVANGELHO. Elas se confundem com os EVANGÉLICOS!
Jesus é o único caminho para Deus, mas nós não somos o único caminho para Jesus!
O mundo não precisa da minha gravata, do meu casaco, da minha denominação nem da minha tradução da Bíblia, o mundo precisa de Jesus!
Nós precisamos pregar o Evangelho apaixonadamente, mas não podemos inserir nele nossos gostos pessoais porque o invalidamos assim.
Jesus irá salvar o mundo mas, as vezes, o melhor que temos a fazer é sair do caminho…
O que este mundo precisa
É de um Salvador que resgate
De um Espírito que guie
De um Pai que os ame
Quando eles mais precisam
De um Salvador que resgate
De um Espírito que guie
De um Pai que os ame
É disso que o mundo precisa
Jesus é o nosso Salvador
É Dele que o mundo precisa
Estar nos braços do Pai
Isso é o que o mundo precisa
É Dele que o mundo precisa
Para o que você foi chamado?
Que o sangue do Cordeiro e o Poder do Espírito Santo seja na vida de cada um de vocês!
Dou graças ao meu Deus, por ter a oportunidade de passar um pouco do que tenho aprendido do Espírito.
Amados gostaria de começar com o texto de Apocalipse 4:8-11:
“8 E os quatro seres viventes, tendo cada um deles, respectivamente, seis asas, estão cheios de olhos, ao redor e por dentro; não têm descanso, nem de dia nem de noite, proclamando: Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, aquele que era, que é e que há de vir.
9 Quando esses seres viventes derem glória, honra e ações de graças ao que se encontra sentado no trono, ao que vive pelos séculos dos séculos,
10 os vinte e quatro anciãos prostrar-se-ão diante daquele que se encontra sentado no trono, adorarão o que vive pelos séculos dos séculos e depositarão as suas coroas diante do trono, proclamando:
11 Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder, porque todas as coisas tu criaste, sim, por causa da tua vontade vieram a existir e foram criadas.”
Aqui na visão o apóstolo nos descreve como é o trono de Deus. Recentemente essa passagem tem falado muito forte ao meu coração, porque aqui mediante revelação, o Espírito me mostrou qual é a minha verdadeira vocação ( e garanto que a sua e a de todos os que querem se entregar realmente á Deus ).
SER ADORADOR!!!!!!!!!!
Queridos irmãos, durante muito tempo me preocupei com o meu chamado…queria que Deus me usasse de uma maneira que chegava a ser desesperadora. Com o tempo adotei algumas práticas para me tornar mais “espiritual”. Cheguei a jejuar varias vezes por 15 dias seguidos apenas bebendo água e orando incríveis 17 horas diárias. E não ouvia o Senhor me dizer o que devia fazer, então eu mesmo tomava a dianteira e fazia algo por conta própria, e amados, quando você faz algo fora da direção de Deus, custa caro…
Então um belo dia tive o esclarecimento desse texto, ai sim ouvi do Senhor que Ele queria a minha adoração!
Em João 4:23-24 podemos ver :
“23 Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores.
24 Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.”
Essa é uma pratica que falta demais na Igreja e quando falo de Igreja digo de todos os irmãos não me refiro à denominação. Todos estão preocupados em “fazer”, se esquecendo da verdadeira essência e por isso caem! Digo isso principalmente para a chamada liderança, que se acha espiritual demais e abandona a adoração.
Não estou dizendo que não devemos “fazer” e levar o evangelho, mais que a sua vida intima com Deus é o mais importante! Lembre-se a salvação é individual!
Pois que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma? (Marcos 8:36).
Não podemos perder nosso Alvo !
Mas ai você vai me perguntar: Então tudo que você praticava era errado?
Não querido, não era. Aliás foram momentos ótimos, mais através dessa novo modo de agir, aprendi algo, que o Espírito Santo é um grande Amigo e que posso ter Ele a todo momento, apenas o convidando para ser o Senhor de tudo na minha vida, eu não preciso tentar mover céu e terra por isso.
Eu lia o texto de 1 Ts 5 – 17 : “Orai sem cessar”, e pensava comigo: Como vou fazer isso? É impossível!!!
Mas o Senhor, que é Misericordioso, e sabe da minha tolice me respondeu com o Salmo 103:
“BENDIZE, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga o seu Santo Nome.”
Tudo o que tenho e que sou serve para adorá-Lo constantemente!
Queridos é complicado escrever isso, mais hoje mediante adoração constante, tenho provado da presença e do poder do Espírito todo momento…Seja em casa, no trabalho, na faculdade…tem horas, que sinto até uma debilidade no meu corpo, principalmente nas minhas pernas, tamanha é a unção de Deus que estou provando!
Amado, agora mesmo se reserve, fale com o Espírito, chame-O para compartilhar contigo todos os momentos da sua vida, peça que Ele lhe ensine a orar, que toda palavra da sua vida, todas as suas ações sejam dEle!
Tenho certeza irmão, que se você experimentar estas práticas na sua vida, tudo será automático, pois não será você que fará e sim o Espírito! Se preocupe apenas com a adoração. Buscai as coisas do alto e tudo mais lhe será acrescentado!
Pois foi para isso que nascemos e isso que faremos a todo momento no céu!
Então vamos tomar posse dessa benção e começar a viver o céu aqui na terra!!!
Que o Senhor Jesus os abençoe grandemente!
Quem escreveu esse texto foi o Stevan, vulgo Tevinho, quem quiser falar com
ele é só clicar aqui, não, aqui ó, isso, e add ele no orkut.
Que a Graça de Deus seja contigo.
Os 100 acontecimentos mais importantes da história do cristianismo PARTE 4
Bem capaz que sentiram minha falta.
Sei que não sentiram porque ninguém me deu sugestão de post, aí tive que correr para a série dos 100 acontecimentos.
A pedidos da minha MEGA audiência, (hehe) diminuí um pouco os textos dessa série, pois estava apenas copiando os textos diretamente da fonte como disse que faria no primeiro post dessa série.
Então, o acontecimento que irei postar dessa vez ocorreu em c. 156 e aconteceu com o camarada aí do lado.
Falaremos hoje sobre: O MARTÍRIO DE POLICARPO
Enjoy
As autoridades de Esmirna procuravam Policarpo, o respeitado bispo da cidade. Elas já haviam levado outros cristãos à morte na arena. Agora, uma multidão exigia a morte do líder.
Policarpo saíra da cidade e se escondera na propriedade de alguns amigos, no interior. Quando os soldados entraram, ele fugiu para outra propriedade. Embora o idoso bispo não tivesse medo da morte e quisesse permanecer na cidade, seus amigos insistiram em que se escondesse, talvez com temor de que sua morte pudesse desmoralizar a igreja.
Quando os soldados alcançaram a primeira fazenda, torturaram um menino escravo para que revelasse o paradeiro de Policarpo. Assim, apressaram-se, bem armados, para prender o bispo. Embora tivesse tempo para escapar, Policarpo se recusou a agir assim. “Que a vontade de Deus seja feita”, decidiu. Em vez de fugir, deu as boas-vindas aos seus captores, ofereceu-lhes comida e pediu permissão para passar um momento sozinho em oração. Policarpo orou durante duas horas.
Alguns dos que ali estavam com a finalidade de prendê-lo pareciam arrependidos por prender um homem tão simpático. No caminho de volta a Esmirna, o chefe da guarda tentou argumentar com Policarpo: “Que problema há em dizer ‘César é senhor’ e acender incenso?”.
Policarpo calmamente disse que não faria isso.
As autoridades romanas desenvolveram a idéia de que o espírito (ou o “gênio”) do imperador (César) era divino. A maioria dos romanos, não tinha problema em prestar culto ao imperador, porém, os cristãos sabiam que isso era idolatria.
Pelo fato de os cristãos se recusarem a adorar o imperador ou os outros deuses de Roma e adorar Cristo de maneira silenciosa e secreta em seus lares, a maioria das pessoas achava que eles não tinham fé. “Fora com os ateus!”, gritavam os habitantes de Esmirna, enquanto buscavam os cristãos para prendê-los. Como sabiam apenas que os cristãos não participavam dos muitos festivais pagaos e não ofereciam os sacrifícios comuns, a multidão atacava o grupo considerado ímpio e sem pátria.
Então, Policarpo entrou em uma arena cheia de pessoas enfurecidas, se Policarpo apenas oferecesse um sacrifício, todos poderiam ir para casa.
— Respeito sua idade, velho homem — implorou o procónsul.
— Jure pela felicidade de César. Mude de idéia. Diga “Fora com os ateus!”.
O procónsul obviamente queria que Policarpo salvasse a vida ao separar-se daqueles “ateus”, os cristãos. Ele, porém, simplesmente olhou para a multidão zombadora, levantou a mão na direção deles e disse:
— Fora com os ateus!
O procónsul tentou outra vez:
— Faça o juramento e eu o libertarei. Amaldiçoe Cristo!
O bispo se manteve firme.
— Por 86 anos servi a Cristo, e ele nunca me fez qualquer mal. Como poderia blasfemar contra meu Rei, que me salvou?
A tradição diz que Policarpo estudou com o apóstolo João. Se isso foi realmente verdade, ele era, provavelmente, o último elo vivo com a igreja apostólica(essa apostólica de verdade, grifos e comentários por minha conta e risco).
Na arena, a argumentação continuava entre o bispo e o procónsul. Em certo momento, Policarpo admoestou seu inquisidor: “Se você [...] finge que não sabe quem sou, ouça bem: sou um cristão. Se você quer aprender sobre o cristianismo, separe um dia e me conceda uma audiência”. O procónsul ameaçou jogá-lo às feras.
Policarpo disse: “Pois chame-as. Se isto fosse uma mudança do mal para o bem, eu a consideraria, mas não posso admitir uma mudança do melhor para o pior”.
Ameaçado pelo fogo, Policarpo reagiu: “Seu fogo poderá queimar por uma hora, mas depois se extinguirá; mas o fogo do julgamento por vir é eterno”.
Por fim, anunciou-se que Policarpo não se retrataria. O povo de Esmirna gritou: “Este é o mestre da Ásia, o pai dos cristãos, o destruidor de nossos deuses, que ensina o povo a não sacrificar e a não adorar!”.
O procónsul ordenou que o bispo fosse queimado.
Policarpo foi amarrado a uma estaca, e o fogo foi ateado. Contudo, de acordo com testemunhas oculares, seu corpo não se consumia. Conforme o relato dessas testemunhas, ele “estava lá no meio, não como carne em chamas, mas como um pão sendo assado ou como o ouro e a prata sendo refinados em uma fornalha. Sentimos o suave aroma, semelhante ao de incenso, ou ao de outra especiaria preciosa”.
Quando um dos executores o perfurou com uma lança, o sangue que jorrou apagou o fogo.
Este relato foi repassado às congregações por todo o império.
Nos 150 anos seguintes, à medida que centenas de outros mártires caminharam fielmente para a morte, muitos foram fortalecidos pelos relatos do testemunho fiel do bispo de Esmirna.
Os 100 acontecimentos mais importantes da história do cristianismo PARTE 3
Alô galera, bate a mão e bate o pé… heheheh.
Graça e Paz querido. Seguinte, estou me apaixonando pelo livro que dá nome a essa série de posts.
O acontecimento que estarei trazendo pra vocês no post de hoje ocorreu por volta do ano de 150 d.C..
Segue então Justino Mártir e a sua Apologia.
Justino Mártir escreve sua Apologia
O jovem filósofo caminhava junto à costa, sua mente estava agitada, sempre ativa, buscando novas verdades. Ele estudara os ensinamentos dos estoicos, de Aristóteles e de Pitágoras; e, naquele momento, era adepto do platonismo, que prometera uma visão de Deus aos que sondassem a verdade com profundidade suficiente. Era isso que o filósofo Justino queria.
Enquanto caminhava, encontrou-se com um cristão, já idoso. Justino ficou perplexo diante de sua dignidade e humildade. O homem citou várias profecias judaicas, mostrando que o caminho cristão era realmente verdadeiro. Jesus era a verdadeira expressão de Deus.
Esse encontro ocasionou grande mudança na vida de Justino. Debruçado sobre aqueles escritos proféticos, lendo os evangelhos e as cartas de Paulo, ele se tornou um cristão dedicado. Assim, nos últimos trinta anos de sua vida, viajou, evangelizou e escreveu. Desempenhou um papel muito importante no desenvolvimento da teologia da igreja, assim como da compreensão que a igreja tinha de si mesma e da imagem que apresentava ao mundo.
Praticamente desde o início, a igreja funcionou em dois mundos: o judeu e o gentio. O livro de Atos dos Apóstolos registra o lento e, às vezes, doloroso desabrochar do cristianismo no mundo gentio. Pedro e Estêvão pregaram aos ouvintes judeus, e Paulo falou aos filósofos atenienses e aos governadores romanos.
A vida de Justino apresenta muitos paralelos com a vida de Paulo. O apóstolo era um judeu nascido em área gentia (Tarso); Justino era um gentio nascido em área judaica (a antiga Siquém). Eles tinham boa formação e usavam o dom da argumentação para convencer judeus e gentios da verdade de Cristo. Os dois foram martirizados em Roma em razão de sua fé.
Durante os reinados dos imperadores do século I, por exemplo, Nero e Domiciano, a igreja se esforçava sobreviver, para continuar sua tradição e para mostrar ao mundo o amor de Jesus Cristo. Os não-cristãos viam o cristianismo como uma seita primitiva, uma ramificação do judaismo caracterizada por ensinamentos e práticas estranhas.
Em meados do século II, sob o comando de imperadores mais razoáveis como Trajano, Antonino Pio e Marco Aurélio, a igreja teve uma nova preocupação: explicar o motivo de sua existência para o mundo de maneira convincente. Justino se tornou um dos primeiros apologistas cristãos, ou seja, um dos que explicavam a fé como sistema racional. Com escritores que surgiriam mais tarde — como Orígenes e Tertuliano —, ele interpretou o cristianismo em termos que seriam familiares aos gregos e aos romanos instruídos de seus dias.
A maior obra de Justino, a Apologia, foi endereçada ao imperador Antonino Pio (a palavra grega apologia refere-se à lógica na qual as crenças de uma pessoa são baseadas). Enquanto Justino explicava e defendia sua fé, ele discutia com as autoridades romanas por que considerava errado perseguir os cristãos. De acordo com seu pensamento, as autoridades deveriam unir forças com os cristãos na exposição da falsidade dos sistemas pagãos.
Para Justino, toda verdade era verdade de Deus. Os grandes filósofos gregos haviam sido inspirados por Deus até certo ponto, mas permaneciam cegos com relação à plenitude da verdade de Cristo. Desse modo, Justino trabalhou livremente com o pensamento grego, explicando Cristo como seu cumprimento. Ele se aproveitou do princípio apresentado pelo apóstolo João, no qual Cristo é o Logos, a Palavra. Deus Pai era santo e separado da humanidade maligna, e Justino concordava com Platão nesse aspecto. Porém, por intermédio de Cristo, seu Logos, Deus pôde alcançar os seres humanos. Como o Logos de Deus, Cristo era parte da essência de Deus, embora separado, do mesmo modo que uma chama se acende a partir de outra (é por isso que o pensamento de Justino foi fundamental no desenvolvimento da consciência da igreja com relação à Trindade e à encarnação).
Contudo, Justino tinha uma linha de pensamento judia que caminhava com suas inclinações gregas. Era fascinado pelas profecias já cumpridas. Ε possível que isso tenha nascido no encontro com o idoso à beira-mar. Porém, ele percebeu que a profecia hebraica confirmou a identidade singular de Jesus Cristo. Como Paulo, Justino não abandonou os judeus à medida que se aproximava dos gregos. Em Diálogo com Trifão, outra grande obra, ele escreve a um judeu, um conhecido dele, apresentando Cristo como cumprimento da tradição hebraica.
Além de escrever, Justino viajou bastante, sempre argumentando a favor da fé. Ele se encontrou com Trifão em Êfeso. Em Roma, encontrou-se com Marcião, o líder gnóstico. Em outra ocasião, durante uma viagem a Roma, Justino se indispôs com um homem chamado Crescendo, o Cínico. Quando Justino retornou a Roma, por volta do ano 165, Crescendo o denunciou às autoridades. Justino foi preso, torturado e decapitado, com outros seis crentes.
Justino escreveu certa vez: “Vocês podem nos matar, mas não podem nos causar dano verdadeiro”. O apologista apegou-se a essa convicção até a morte. Ao fazer isso, recebeu o nome que passaria a usar por toda a história: Justino Mártir.
Por hoje é isso galera, e até a próxima…
Batismo
Em Mateus 28:19 está escrito: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;“.
Todos nós cristãos já sentimos o desejo de no batizarmos nas águas, cerimônia essa em que se usa água e por meio da qual uma pessoa se torna membro de uma igreja cristã. O batismo é sinal de arrependimento e perdão (At 2.38) e união com Cristo (Gl 3.26-27), tanto em sua morte como em sua ressurreição (Rm 6.3-5).
E provavelmente muitos que tiveram o seu batismo em tanque batismal e não em rios, açudes, lagos ou mesmo no mar, talvez tiveram o desejo de fazer o que esse menino do vídeo abaixo fez. Confira!
Os 100 acontecimentos mais importantes da história do cristianismo PARTE 1
Um dos livros que estou lendo agora é: “Os 100 acontecimentos mais importantes da história do cristianismo”.
E então vou fazer uma série (só pra variar) e aos poucos vou postando aqui.
O primeiro evento que o autor do livro sugeriu ser um dos mais importantes para a história do cristianismo foi o incêndio de Roma que aconteceu no ano 64 d.C.
Incêncio de Roma
Talvez o cristianismo não se expandisse de maneira tão bem-sucedida, caso o Império Romano não tivesse existido. Podemos dizer que o império era um tambor de gasolina à espera da faísca da fé cristã.
Os elementos unificadores do império ajudaram na expansão do evangelho. Com as estradas romanas, as viagens ficaram mais fáceis do que nunca. As pessoas falavam grego por todo o império e o forte exército romano mantinha a paz. O resultado da facilidade de locomoção foi a migração de centenas de artesãos, por algum tempo, para cidades maiores — Roma, Corinto, Atenas ou Alexandria — e depois se mudavam para outro lugar. O cristianismo encontrou um clima aberto à religiosidade. Em um movimento do tipo Nova Era, muitas pessoas começaram a abraçar as religiões orientais — a adoração a Isis, Dionisio, Mitra, Cibele e outros. Os adoradores buscavam novas crenças, mas algumas dessas religiões foram declaradas ilegais por serem suspeitas de praticar rituais ofensivos.
Outras crenças foram oficialmente reconhecidas, como aconteceu com o judaísmo, que já desfrutava proteção especial desde os dias de Júlio César, embora seu monoteísmo e a revelação bíblica o colocassem à parte das outras formas de adoração.
Tirando plena vantagem da situação, os missionários cristãos viajaram por todo o império. Ao compartilhar sua mensagem, as pessoas nas sinagogas judaicas, nos assentamentos dos artesãos e nos cortiços se convertiam. Em pouco tempo, todas as cidades principais tinham igrejas, incluindo a capital imperial.
Roma, o centro do império, atraía pessoas como um ímã. Paulo quis visitar Roma (Rm 1.10-12), e, na época em que escreveu sua carta à igreja romana, vemos que ele já saudava diversos cristãos romanos pelo nome (Rm 16.3-15), talvez porque já os tivesse encontrado em suas viagens.
Paulo chegou a Roma acorrentado. O livro de Atos dos Apóstolos termina narrando que Paulo recebia convidados e os ensinava em sua casa, onde cumpria pena de prisão domiciliar, ainda que, de certa forma, não vigiada.
A tradição também diz que Pedro passou algum tempo na igreja romana. Embora não tenhamos números precisos, podemos dizer que, sob a liderança desses dois homens, a igreja se fortaleceu, recebendo tanto nobres e soldados quanto artesãos e servos.
Durante três décadas, os oficiais romanos achavam que o cristianismo era apenas uma ramificação do judaísmo — uma religião legal — e tiveram pouco interesse em perseguir a nova “seita” judaica. Muitos judeus, porém, escandalizados pela nova fé, partiram para o ataque, tentando inclusive envolver Roma no conflito.
O descaso de Roma pela situação pode ser visto no relato do historiador romano Tácito. Ele relata uma confusão entre os judeus, instigada por um certo “Chrestus”, ocorrida em um dos cortiços de Roma. Tácito pode ter ouvido errado, mas parece que as pessoas estavam discutindo sobre Christos, ou seja, Cristo.
Por volta de 64 d.C, alguns oficiais romanos começaram a perceber que o cristianismo era substancialmente diferente do judaísmo. Os judeus rejeitavam o cristianismo, e cada vez mais pessoas viam o cristianismo como uma religião ilegal. A opinião pública pode ter começado a mudar em relação à fé nascente até mesmo antes do incêndio de Roma. Embora os romanos aceitassem facilmente novos deuses, o cristianismo não estava disposto a partilhar a honra com outras crenças. Quando o cristianismo desafiou o politeísmo tão profundamente arraigado de Roma, o império contra-atacou.
Em 19 de julho, ocorreu um incêndio em uma região de trabalhadores de Roma. O incêndio se prolongou por sete dias, consumindo um quarteirão após o outro dos cortiços populosos. De um total de catorze quarteirões, dez foram destruídos, e morreram muitas pessoas.
A lenda diz que o imperador romano Nero “dedilhava” um instrumento musical, enquanto Roma era destruída pelas chamas. Muitos de seus contemporâneos achavam que Nero fora o responsável pelo incêndio. Quando a cidade foi reconstruída, mediante o uso de altas somas do dinheiro público, Nero se apoderou de grande uma extensão de terra e construiu ali os Palácios Dourados. O incêndio pode ter sido a maneira rápida de renovar a paisagem urbana.
Objetivando desviar a culpa que recaíra sobre si, o imperador criou um conveniente bode expiatório: os cristãos. Eles tinham dado início ao incêndio, acusou o imperador. Como resultado, Nero jurou perseguir e matar os cristãos.
A primeira onda da perseguição romana se estendeu de um período pouco posterior ao incêndio de Roma até a morte de Nero, em 68 d.C. Sua enorme sede por sangue o levou a crucificar e queimar vários cristãos cujos corpos foram colocados ao longo das estradas romanas, iluminando-as, pois eram usados como tochas. Outros vestidos com peles de animais, eram destroçados por cães nas arenas. De acordo com a tradição, tanto Pedro quanto Paulo foram martirizados na perseguição de Nero: Paulo foi decapitado, e Pedro foi crucificado de cabeça para baixo.
Entretanto, a perseguição ocorria de maneira esporádica e localizada. Um imperador podia intensificar a perseguição por dez anos ou mais; mas um período de paz sempre se seguia, o qual era interrompido abruptamente quando um governador local resolvia castigar novamente os cristãos de sua área, sempre com o aval de Roma. Esse padrão se prolongou por 250 anos.
Tertuliano, escritor cristão do século li, disse: “O sangue dos mártires é a semente da igreja”. Para surpresa geral, sempre que surgia perseguição, o número de cristãos a ser perseguido aumentava. Em sua primeira carta, Pedro encorajou os cristãos a suportar o sofrimento, confiantes na vitória derradeira e no governo divino que seria estabelecido em Cristo (lPe 5.8-11). O crescimento da igreja sob esse tipo de pressão provou, em parte, a veracidade dessas palavras.
De gratidão transborda o meu coração…
De gratidão transborda o meu coração… é assim que começo esse post, cantando esse trecho da música Gratidão do Filhos do Homem.
Mas antes que você leia assista o vídeo abaixo.
Qual a sua atitude frente às atitudes que Jesus teve e tem por você?
Como você tem demonstrado sua gratidão a Deus pela tua vida, pelo ar que respira, pelas “pequenas” coisas da vida?
Quando eu assisti a esse vídeo a minha primeira reação foi dar muita risada, mas após fiquei pensando: “Deus tem nos presenteado diariamente com saúde, vida, comida, um lugar pra morar, um emprego, e será que a minha atitude frente a esses presentes é semelhante à expressão do menino e da menina do vídeo?
Será que eu tenho ansiado esses presentes da mesma forma que muitas vezes eu anseio algumas coisas materiais ou soluções de problemas?
Você querido, já parou para pensar no quanto Deus tem te presenteado e como muitas vezes você tem sido ingrato com Ele dizendo que Ele não olha pra você, ou coisas do tipo: “porque o ímpio pode andar de carro novo e eu a pé?” e não agradece por você poder caminhar?
A Palavra de Deus é clara quando lemos na primeira epístola do Apóstolo Paulo (esse Apóstolo de verdade) a Igreja em Tessalônica no capítulo 5 versículo 18 “Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.”
Ou quando o mesmo Apóstolo Paulo escreve dentro da prisão uma carta a Igreja em Éfeso também no capítulo 5, porém no versículo 20: “dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo,”
*(Os grifos são por minha conta e risco, hehe)
Querido, não quero ser chato, mas AGRADEÇA a Deus pela tua vida, pela tua família, pelo teu emprego, pelo ar que você respira, pelas dificuldades que você está passando, seja exemplo para outros cristão, seja como Cristo que mesmo na mais derradeira tarefa de Sua vida na terra quando teve que morrer na cruz em momento algum Ele reclamou: “Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca.” Isaías 53:7
Que o Amor do Pai preencha cada vez mais o Teu coração, e que a tua vida honre a Ele.
Foi lá na cruz
“Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.
Isaías 53:5-7
Durante os nossos dias quantas vezes paramos para refletir na obra da cruz?
Durante a correria do trabalho, estudos, igreja, família, quantas vezes lembramos do sacrifício de Jesus por nós?
A Palavra de Deus nos ensina que: “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro),“Gl 13:3
Porque esse evangelho não é mais pregado?
Quando foi que começou esse “evangelho” do meu reino, “evangelho” para o meu benefício?
Hoje por medo de se perder di$cípulos nas igrejas, membro$ nas congregações, não se prega mais sobre o que o que o povo deve ouvir e sim o que o povo quer ouvir…
Sempre o meu, o meu, o meu… e o próximo é esquecido, e Jesus é lembrado apenas como um chavão para conquista de alguma benção na famosa frase “…em nome de Jesus”.
A vontade de Deus na nossa vida muitas vezes é deixada de lado. O importante sou eu, eu ter o carro do ano, mostrar que sou abençoado, que uso roupas de grife, enquanto eu estou assim esqueço do meu irmão que está passando necessidade… Nesse “evangelho”, deus (e o minúsculo está de propósito, porque Deus não está nisso) está preocupado em me fazer viver muito bem, como um magnata, e me fazendo esquecer dos necessitados…
Pense bem querido, todo mundo gosta de $, mas lembremos das palavras do Apóstolo Paulo: “Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo.” I Co 1:11. Nosso Mestre não viveu como um magnata, Ele era sustentado por colaboradores com seu ministério, Ele não pensava Nele, Ele pensava no próximo, em trazer alívio ao próximo . Ele entendeu que morrer para Ele e viver para Deus traria vida. E você tem morrido para as suas vontades, para o seu desejo de ter carros, aviões, salários exorbitantes, roupas de marca?
Querido, para você gerar VIDA, você tem que MORRER para a sua vontade.
Que Deus console teu coração e te dê entendimento.
Nostalgia #3
Sintonizando na rádio Nostalgia encontrei a terceira música dessa série que estou fazendo aqui no blog…
Ao Único
Infelizmente não sei quem está cantando essa música na versão que está logo abaixo mas vale a pena para lembrarmos da simplicidade de adorar a algum tempo atrás.
As músicas eram mais simples e belas, os ministros não precisavam fazer apelos ao emocionalismo para as pessoas adorarem a Deus.
E essa música fala tudo. Tudo é por Ele e para Ele.
Fiquem então com a letra e logo abaixo a música…
Ao Único
Ao único que é digno de receber
A honra e a glória,
A força e o poder
Ao rei, eterno, imortal
Invisível, mas real
A Ele ministramos o louvor
Coroa mos a tí, ó Rei Jesus
Coroa mos a tí, ó Rei Jesus
Adoramos o teu nome
Nos rendemos a teus pés
Consagramos todo nosso ser a ti.
Consagramos todo nosso ser a ti
Se você curtiu, comente, se você tiver o link de outra música que eu ainda não postei, de a sua sugestão, quem sabe ela será a próxima…
Um abraço e que o amor do Pai preencha o teu coração



